
Vista do Pico do Pião, um dos pontos mais altos do parque. Repare como, neste momento, estamos acima das nuvens de tempestade. É possível ver a chuva a alguns quilômetros. A região possui uma das maiores incidências de raios de MG e era arriscado ficar ali por muito tempo. O ponto seguro mais próximo, a Gruta dos Viajantes estava a quase quarenta minutos de caminhada, mas na direção das nuvens de tempestade. Equipamentos como o tripé são muito perigosos nesta hora.

Esta foi a foto vendida para a American Airlines! Não acho que seja minha melhor foto, mas é uma boa foto. Estou curioso para saber o uso que farão dela. Tirei esta foto em um passeio fotográfico organizado em fevereiro de 2010 que chamaram de “BH Zero People” rs. O nome foi dado pq era época de carnaval e BH fica praticamente vazia. O objetivo era retratar pontos da cidade sem as pessoas, coisa impossível em outra época do ano. Estava anoitecendo e, passando pela Igreja de São José, observei o bonito céu por trás dela. Eu coloquei a câmera num tripé pq estava no limite da velocidade de segurança (1/20 em 18mm) e cheguei a câmera no vão da grade para não aparecer poluindo a foto. Em 2012 o Getty Images solicitou a imagem para o banco de imagens e essa semana, para minha surpresa, apareceu no extrato que a American Airlines a tinha comprado.

A Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA) conta com duas usinas em operação. A primeira é Angra 1, que entrou em operação comercial em 1985 e tem potência de 640 megawatts. A outra é Angra 2, que começou a operar em 2001 e cuja potência é de 1.350 megawatts. Para dezembro de 2015, está prevista a entrada em operação de Angra 3, de 1.405 megawatts, que está com as obras a pleno vapor. A usina será uma réplica de Angra 2, mas incorporando os avanços tecnológicos desenvolvidos desde a construção da segunda usina do complexo de Angra. As usinas nucleares dão uma importante contribuição para a matriz elétrica brasileira. Juntas, geram o equivalente a um terço do consumo de energia elétrica do estado do Rio de Janeiro. Elas também representam 3% da geração nacional. Além disso, permitem que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) – órgão responsável pela coordenação do Sistema Interligado Nacional (SIN) – regule o nível dos reservatórios das hidrelétricas que suprem quase 90% da eletricidade do país. Fonte: http://www.eletronuclear.gov.br/

Esta foto panorâmica de uma parte do litoral de Trindade (em Paraty/RJ) apresenta a Praia do Meio à direita; a Praia do Cachadaço ao centro; um pouco mais à esquerda, as pedras que formam a Piscina Natural do Cachadaço e, na ponta do continente à esquerda a pedra conhecida como Cabeça do Índio que faz a divisa entre os estados de RJ e SP.

A praia do Sono é uma praia de areias finas e envolta de vegetação nativa. Cercada por montanhas, o sol demora a aparecer de manhã e desaparece mais cedo na tarde, proporcionando um descanso (sono) mais demorado. Nela há uma pequena e simpática comunidade caiçara de pescadores. A praia tem 1365 metros de extensão, com alguns quiosques e é banhada por águas esverdeadas, sombreada por amendoeiras. Para chegar à Praia do Sono é necessário ir de barco ou caminhar por trilha de uma hora a partir de uma vila próxima chamada Vila do Oratório que fica no condomínio Laranjeiras. Por conter passagens íngremes e ser dentro da mata atlântica (que é quente e úmida), a trilha exige um bom preparo para quem quiser se aventurar. Voltei por esta trilha ao fim da tarde. Neste horário você encontra muitos residentes da comunidade do Sono voltando de seus trabalhos. São pessoas de todas as idades que fazem este trajeto todo dia e ainda trabalham 8 horas (ou mais, vai saber…). Isto nos faz refletir sobre as comodidades da nossa vida moderna e de cidades grandes onde um atraso de 5 minutos de um ônibus é motivo de mau humor. E o mais interessante é que, embora seja muito superficial analisar assim, essas pessoas quem encontrávamos pelo caminho não aparentavam stress.